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Conheça as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia

As diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia são referências fundamentais para a prática clínica no Brasil e refletem o trabalho técnico de uma das instituições científicas mais relevantes do país. 

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) é a principal entidade da área cardiovascular, responsável por fomentar pesquisa, educação médica continuada e atualizações para o setor baseadas em evidências científicas.

Fundada em 1943, atualmente, a SBC reúne milhares de cardiologistas e profissionais da saúde. Ao longo de décadas, consolidou-se como uma das maiores sociedades médicas da América Latina, contribuindo de forma decisiva para a qualificação da assistência cardiovascular.

A atuação da instituição impacta diretamente a prática clínica, a formação médica e a construção de consensos técnicos baseados em evidências. Por meio de congressos, publicações científicas e posicionamentos oficiais, a Sociedade Brasileira de Cardiologia fortalece a padronização do cuidado e a segurança do paciente.

Além disso, a entidade mantém diálogo constante com órgãos reguladores, instituições acadêmicas e profissionais de diferentes especialidades, ampliando seu alcance e reforçando seu compromisso com a saúde integral da população.

Agora que você já sabe o que é a SBC e compreende sua relevância histórica e científica, é hora de entender o que são as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia e quais foram as últimas publicações. Confira!

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia 2025

As diretrizes da SBC são documentos técnicos elaborados por especialistas com base nas melhores evidências científicas disponíveis. Elas orientam a conduta clínica, padronizam práticas e auxiliam profissionais de saúde na tomada de decisão em diferentes cenários da cardiologia.

Mulher sentada em frente ao notebook, em um espaço amplo, com estantes de livros e cadeiras.
Conhecer as diretrizes da SBC é uma maneira de garantir atendimentos com mais qualidade.

Na prática, funcionam como um guia estruturado que organiza recomendações, classifica níveis de evidência e indica condutas seguras e atualizadas. Isso contribui para maior qualidade assistencial, redução de riscos e fortalecimento da medicina baseada em evidências.

Além de apoiar o raciocínio clínico, as diretrizes da SBC também promovem alinhamento entre equipes multiprofissionais, serviços de saúde e instituições, favorecendo um cuidado mais integrado e centrado no paciente.

Abaixo, você confere um resumo das diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia publicadas em 2025. Continue a leitura e fique por dentro!

Posicionamento sobre a Saúde Cardiometabólica ao Longo do Ciclo de Vida da Mulher

O Posicionamento sobre a Saúde Cardiometabólica ao Longo do Ciclo de Vida da Mulher – 2025 propõe um olhar contínuo para a saúde feminina, considerando que o risco cardiovascular começa a ser construído muito antes do aparecimento de sintomas. 

Além disso, o documento reforça que níveis adequados de pressão arterial, glicemia e colesterol são fundamentais para manter uma boa saúde cardiometabólica ao longo da vida.

Um dos principais pontos é reconhecer que eventos próprios da vida da mulher — como idade da primeira menstruação, síndrome dos ovários policísticos, complicações na gestação, menopausa precoce ou insuficiência ovariana — não são apenas marcos ginecológicos, mas também indicadores de risco cardiovascular futuro. Esses fatores devem fazer parte da anamnese e da estratificação de risco na prática clínica.

Durante a gestação, por exemplo, condições como pré-eclâmpsia, hipertensão gestacional e diabetes gestacional não se encerram no puerpério. O documento destaca que essas intercorrências podem sinalizar maior probabilidade de doença cardiovascular anos depois, o que exige acompanhamento e orientação preventiva de longo prazo.

No climatério e na pós-menopausa, a redução do estrogênio está associada a mudanças metabólicas importantes, como aumento da gordura visceral, piora do perfil lipídico e maior incidência de hipertensão e intolerância à glicose. Por isso, a avaliação cardiovascular nessa fase deve ser criteriosa e individualizada.

Em relação à terapia hormonal, a diretriz da SBC esclarece que seu objetivo principal é o controle de sintomas da menopausa, e não a prevenção cardiovascular. A decisão deve considerar idade, tempo de menopausa e perfil de risco global da paciente, sempre com análise individualizada.

De forma geral, o documento reforça que a prevenção é o eixo central do cuidado: alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle de peso e cessação do tabagismo continuam sendo pilares essenciais. 

Esse posicionamento dialoga diretamente com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia, ao fortalecer uma abordagem mais preventiva, personalizada e centrada na mulher.

Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial

A Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial – 2025 é uma construção conjunta da Sociedade Brasileira de Cardiologia, da Sociedade Brasileira de Nefrologia e da Sociedade Brasileira de Hipertensão. 

O documento reúne recomendações atualizadas e baseadas em evidências para diagnóstico, acompanhamento e tratamento da hipertensão em diferentes perfis de pacientes.

O diagnóstico é mantido quando a pressão arterial em consultório é ≥ 140/90 mmHg em pelo menos duas ocasiões, com classificação em estágios 1, 2 e 3. A diretriz também reforça a importância da MAPA ou MRPA sempre que possível, tanto para confirmar o diagnóstico quanto para monitorar o tratamento.

Outro ponto central é a estratificação de risco cardiovascular. Recomenda-se investigar fatores de risco e possíveis lesões de órgãos-alvo no momento do diagnóstico e repetir essa avaliação ao menos anualmente, permitindo decisões terapêuticas mais individualizadas e seguras.

Em relação ao tratamento, todos os indivíduos com pressão ≥ 120/80 mmHg devem receber orientação para medidas não medicamentosas, como alimentação adequada, redução do sal, prática de atividade física e controle do peso. 

Profissional de saúde medindo a pressão do paciente.
A Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial organiza melhores práticas clínicas para diagnóstico e acompanhamento de hipertensão.

O tratamento medicamentoso é indicado para pacientes com PA ≥ 140/90 mmHg e também para aqueles com PA entre 130-139/80-89 mmHg e alto risco cardiovascular após três meses de intervenções não farmacológicas.

A meta pressórica recomendada é < 130/80 mmHg. Para a maioria dos pacientes, a associação de medicamentos é preferível, enquanto a monoterapia fica reservada a situações específicas, como idosos frágeis ou indivíduos com menor risco.

A diretriz também enfatiza a importância da atuação multiprofissional para melhorar adesão, acompanhamento e resultados clínicos. 

Ao integrar prevenção, monitoramento estruturado e cuidado centrado no paciente, o documento fortalece a prática clínica alinhada às diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia, promovendo um manejo mais eficaz, contínuo e humanizado da hipertensão.

Diretriz Brasileira de Atendimento à Dor Torácica na Unidade de Emergência

A Diretriz Brasileira de Atendimento à Dor Torácica na Unidade de Emergência – 2025 organiza de forma prática e baseada em evidências o manejo de um dos sintomas mais desafiadores da medicina de urgência: o documento reforça que a dor torácica deve sempre ser tratada como potencialmente grave até que causas ameaçadoras à vida sejam descartadas.

Um dos pilares da diretriz é a rápida identificação de síndromes coronarianas agudas. O eletrocardiograma deve ser realizado e interpretado em até 10 minutos após a chegada do paciente, sendo repetido quando necessário. A dosagem de troponina de alta sensibilidade também ocupa papel central, integrada a protocolos diagnósticos seriados.

A estratificação de risco é destacada como etapa essencial para definir conduta e destino do paciente. Ferramentas estruturadas auxiliam na identificação de indivíduos de baixo, intermediário ou alto risco, contribuindo para decisões mais seguras sobre internação, observação ou alta precoce.

O documento também enfatiza a importância de protocolos institucionais bem definidos, com fluxos assistenciais padronizados. Isso reduz tempo até o diagnóstico, melhora desfechos clínicos e otimiza recursos, especialmente em serviços de emergência com grande volume de atendimentos.

Além das causas coronarianas, a diretriz reforça a necessidade de investigação de diagnósticos diferenciais graves, como tromboembolismo pulmonar, dissecção aguda de aorta e pneumotórax hipertensivo. A abordagem deve ser sistemática, sempre aliando avaliação clínica cuidadosa a exames complementares apropriados.

De forma prática, o documento fortalece uma cultura de atendimento ágil, seguro e baseado em evidências, em consonância com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Ao estruturar o raciocínio clínico na emergência, o documento contribui para decisões mais assertivas e centradas no paciente.

Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção de Aterosclerose

A Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2025 atualiza as recomendações para avaliação e tratamento das alterações no colesterol e outras frações lipídicas, com foco direto na prevenção de eventos cardiovasculares. 

O documento reforça, ainda, que a aterosclerose é uma doença silenciosa e progressiva, muitas vezes detectada apenas após complicações.

Um dos pontos centrais é a estratificação de risco cardiovascular. A conduta terapêutica deixa de ser baseada apenas em números isolados de colesterol e passa a considerar o risco global do paciente, incluindo idade, comorbidades, histórico familiar e presença de lesão de órgão-alvo.

A diretriz mantém o LDL-colesterol como principal alvo terapêutico, com metas mais rigorosas para pacientes de alto e muito alto risco. Também destaca a importância de marcadores complementares, como colesterol não-HDL, apolipoproteína B e lipoproteína(a), especialmente em casos selecionados.

No tratamento, as mudanças no estilo de vida continuam sendo a base: alimentação equilibrada, redução de gorduras saturadas, prática regular de atividade física e cessação do tabagismo. 

Quando necessário, as estatinas permanecem como primeira linha, podendo ser associadas a ezetimiba ou inibidores de PCSK9 para atingir metas mais agressivas.

O documento também valoriza exames de imagem, como o escore de cálcio coronariano, para refinar a estratificação de risco em situações específicas. Dessa forma, permite decisões mais personalizadas, evitando tanto o subtratamento quanto intervenções desnecessárias.

De forma prática, o foco deixa de ser apenas tratar números e passa a ser proteger o paciente ao longo de toda a sua jornada cardiovascular, fatores fundamentais para uma saúde integrativa.

Diretriz Brasileira Baseada em Evidências de 2025 para o Manejo da Obesidade e Prevenção de Doenças Cardiovasculares e Complicações Associadas à Obesidade

A Diretriz Brasileira Baseada em Evidências de 2025 para o Manejo da Obesidade e Prevenção de Doenças Cardiovasculares e Complicações Associadas à Obesidade - 2025 reconhece a obesidade como uma doença crônica, complexa e multifatorial, e não apenas como uma questão estética ou de estilo de vida. 

O documento reforça que o excesso de adiposidade está diretamente relacionado ao aumento do risco cardiovascular, diabetes tipo 2, hipertensão e outras condições metabólicas.

Um dos principais pontos da diretriz é a avaliação abrangente do paciente. Além do índice de massa corporal (IMC), é recomendado analisar circunferência abdominal, presença de comorbidades, perfil metabólico e impacto funcional da obesidade, permitindo uma abordagem mais individualizada e centrada na pessoa.

O tratamento deve ser estruturado e contínuo, com foco em mudanças sustentáveis no estilo de vida. Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, qualidade do sono e suporte comportamental são considerados pilares fundamentais, sempre respeitando a realidade e as possibilidades de cada paciente.

Homem correndo em uma faixa de concreto, com roupas e tênis pretos.
Intervenções com foco em adequar o estilo de vida do paciente permanece sendo uma das principais diretrizes para tratamento de obesidade.Type image caption here (optional)

A diretriz também atualiza as recomendações sobre terapia farmacológica, indicando medicamentos antiobesidade para pacientes com IMC ≥ 30 kg/m² ou ≥ 27 kg/m² na presença de comorbidades. O uso deve ser parte de um plano terapêutico mais amplo, com acompanhamento clínico regular e metas bem definidas.

Em casos selecionados, a cirurgia bariátrica permanece como opção eficaz, especialmente para indivíduos com obesidade grave ou com complicações associadas. O documento reforça critérios de indicação, necessidade de avaliação multiprofissional e acompanhamento a longo prazo.

Ao integrar prevenção cardiovascular, controle metabólico e cuidado contínuo, as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia são reforçadas. O foco deixa de ser apenas a perda de peso isolada e passa a ser a redução de risco, a melhora da qualidade de vida e o bem-estar integral do paciente.

Diretriz Brasileira de Fibrilação Atrial

A Diretriz Brasileira de Fibrilação Atrial – 2025 atualiza as recomendações para diagnóstico e manejo de uma das arritmias mais frequentes na prática clínica. O documento reforça que a fibrilação atrial (FA) está diretamente associada ao aumento do risco de AVC, insuficiência cardíaca e mortalidade cardiovascular, exigindo acompanhamento estruturado e contínuo.

Um dos pontos centrais é a confirmação diagnóstica por meio de eletrocardiograma ou métodos de monitorização cardíaca. A diretriz também valoriza a identificação precoce de FA subclínica, especialmente em pacientes com fatores de risco, ampliando a importância do rastreamento em populações selecionadas.

A estratificação de risco tromboembólico permanece fundamental para definir a necessidade de anticoagulação. O uso de escores clínicos orienta a tomada de decisão, equilibrando risco de AVC e risco de sangramento, sempre com abordagem individualizada e centrada no paciente.

No tratamento, o documento organiza as estratégias em controle de ritmo e controle de frequência cardíaca. A escolha depende do perfil clínico, tempo de evolução da arritmia, sintomas e presença de cardiopatia estrutural, reforçando que não existe uma conduta única para todos os casos.

A diretriz também atualiza as recomendações sobre anticoagulantes orais, priorizando os anticoagulantes diretos na maioria dos pacientes elegíveis. Além disso, aborda indicações de ablação por cateter, principalmente em pacientes sintomáticos ou com falha terapêutica medicamentosa.

Diretriz de Síndrome Coronariana Crônica

A Diretriz de Síndrome Coronariana Crônica – 2025 reforça que a doença arterial coronariana deve ser compreendida como um processo contínuo, que pode evoluir de forma silenciosa por anos e apresentar momentos de agudização ao longo do tempo. 

O documento destaca que a síndrome coronariana crônica (SCC) é uma das principais causas de morbidade e mortalidade no Brasil, exigindo atenção estruturada e acompanhamento de longo prazo.

Além disso, a diretriz amplia o olhar sobre os diferentes perfis de pacientes incluídos nesse espectro: desde aqueles estáveis após um evento coronariano agudo ou revascularização, até indivíduos com angina estável, disfunção ventricular esquerda de origem isquêmica ou mesmo pacientes com sintomas sem obstrução coronariana significativa (como nos casos de angina microvascular ou vasoespasmo). Essa abordagem reforça que nem toda isquemia está ligada a obstruções clássicas visíveis na angiografia.

No diagnóstico, o documento valoriza fortemente a anamnese detalhada e a estratificação de risco. A caracterização adequada da dor torácica — típica, atípica ou não anginosa — é essencial para definir a probabilidade pré-teste e indicar exames complementares de forma racional. 

A diretriz também orienta o uso criterioso de métodos como teste funcional, angiotomografia coronariana e escore de cálcio, sempre considerando o perfil clínico do paciente.

Em relação ao tratamento, a base continua sendo mudança de estilo de vida e terapia medicamentosa otimizada. Antiagregantes plaquetários, estatinas, inibidores do sistema renina-angiotensina e antianginosos são organizados dentro de uma proposta de tratamento personalizado, levando em conta frequência cardíaca, pressão arterial, fração de ejeção e presença de comorbidades.

O documento também detalha indicações de intervenção coronariana percutânea e cirurgia de revascularização miocárdica, especialmente nos casos com doença obstrutiva significativa e impacto prognóstico. 

Além disso, dedica capítulos específicos ao manejo de condições associadas, como doença renal crônica, fibrilação atrial e cuidados no período pós-evento agudo.

Diretrizes esperadas para 2026

As diretrizes da SBC seguem em constante atualização, e já existem documentos previstos para publicação em 2026. Esses materiais reforçam o compromisso da entidade com a prática baseada em evidências e com a atualização contínua dos profissionais de saúde.

Confira as diretrizes e posicionamentos previstos:

  • Posicionamento sobre Uso de Mapas Multiparamétricos em Ressonância Magnética Cardiovascular;
  • Posicionamento sobre Tempestade Elétrica;
  • Posicionamento sobre a Avaliação por Multimodalidade de Imagem Cardíaca nas Doenças Sistêmicas;
  • Posicionamento em Emergências Cardiovasculares em Grandes Eventos Esportivos;
  • Posicionamento do Departamento de Imagem Cardiovascular da SBC sobre o Uso do Ultrassom “Point of Care” (POCUS);
  • Posicionamento da SBC quanto ao manejo de antitrombóticos e anticoagulantes em pacientes com Dengue;
  • Diretriz sobre Uso Clínico dos Agentes de Realce Ultrassonográfico;
  • Diretriz sobre Síndrome Coronariana Aguda;
  • Diretriz sobre Cardiopatia Grave;
  • Diretriz do DIC da SBC e SISIAC sobre Ecocardiografia de Estresse;
  • Diretriz de Cardiogeriatria da Sociedade Brasileira de Cardiologia;
  • Diretriz da SBC e da SBHCI sobre Intervenção Coronária Percutânea;
  • Diretriz Brasileira de Valvopatias;
  • Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca Crônica e Aguda.

Para acompanhar possíveis atualizações, alterações de cronograma e publicações oficiais, é fundamental ficar atento ao site da Sociedade Brasileira de Cardiologia, onde as novas recomendações são divulgadas assim que disponibilizadas.

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia de anos anteriores

Anualmente, a Sociedade Brasileira de Cardiologia publica novos documentos e atualizações, reforçando seu compromisso com a prática baseada em evidências. Abaixo, você pode conferir as diretrizes divulgadas desde 2020:

2024

  • Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia;
  • Diretriz de Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia e do Colégio Brasileiro de Radiologia;
  • Diretriz Brasileira de Ergometria em Crianças e Adolescentes;
  • Diretriz Brasileira sobre a Saúde Cardiovascular no Climatério e na Menopausa – 2024;
  • Diretriz sobre Diagnóstico e Tratamento da Cardiomiopatia Hipertrófica;
  • Diretriz Brasileira de Ergometria em População Adulta – 2024;
  • Posicionamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre o Uso de Dispositivos Eletrônicos para Fumar – 2024.

2023

  • Diretriz Brasileira de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis;
  • Diretrizes Brasileiras de Medidas da Pressão Arterial Dentro e Fora do Consultório;
  • Atualização da Recomendação para Avaliação da Doença das Artérias Carótidas e Vertebrais pela Ultrassonografia Vascular: DIC, CBR, SBACV – 2023;
  • Posicionamento sobre Doença Isquêmica do Coração – A Mulher no Centro do Cuidado;
  • Diretriz da SBC sobre Diagnóstico e Tratamento de Pacientes com Cardiomiopatia da Doença de Chagas – 2023;
  • Posicionamento do Departamento de Imagem Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre o Uso do Strain Miocárdico na Rotina do Cardiologista – 2023;
  • Posicionamento Brasileiro sobre Síndrome da Quilomicronemia Familiar;
  • Diretrizes Brasileiras de Medidas da Pressão Arterial Dentro e Fora do Consultório.

2022

  • Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre a Análise e Emissão de Laudos Eletrocardiográficos – 2022;
  • Diretriz de Miocardites da Sociedade Brasileira de Cardiologia;
  • Diretriz Conjunta sobre Tromboembolismo Venoso;
  • Atualização da Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia: Foco em Manejo dos Pacientes com Intervenção Coronária Percutânea – 2022;
  • Posicionamento sobre a Saúde Cardiovascular nas Mulheres;
  • Posicionamento sobre Segurança Cardiovascular das Vacinas contra COVID-19.

2021

  • Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST – 2021;
  • Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial 2021;
  • Atualização da Diretriz Brasileira de Hipercolesterolemia Familiar;
  • Atualização de Tópicos Emergentes da Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca;
  • Posicionamento Brasileiro sobre o Uso da Multimodalidade de Imagens na Cardio-Oncologia;
  • Posicionamento sobre Diagnóstico e Tratamento da Amiloidose Cardíaca;
  • Posicionamento sobre o Consumo de Gorduras e Saúde Cardiovascular;
  • Posicionamento sobre Avaliação Pré-participação Cardiológica após a Covid-19: Orientações para Retorno à Prática de Exercícios Físicos e Esportes – 2021;
  • Posicionamento sobre Hipertensão Arterial e Espiritualidade;
  • Posicionamento sobre Indicações e Reintrodução dos Métodos de Imagem Cardiovascular de Forma Segura no Cenário da COVID-19 – 2021;
  • Posicionamento sobre Exercícios Físicos na Gestação e no Pós-Parto.

2020

  • Diretriz Brasileira de Cardio-oncologia;
  • Diretriz Brasileira de Reabilitação Cardiovascular;
  • Atualização das Diretrizes Brasileiras de Valvopatias;
  • Atualização da Diretriz Brasileira de Cardiologia Nuclear;
  • Diretriz Brasileira de Cardio-oncologia – 2020;
  • Diretriz Brasileira de Reabilitação Cardiovascular – 2020;
  • Atualização da Diretriz Brasileira de Cardiologia Nuclear – 2020;
  • Posicionamento sobre Uso de Antiplaquetários e Anticoagulantes nos Pacientes Infectados pelo Novo Coronavírus (COVID-19) – 2020;
  • Posicionamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia para Gravidez e Planejamento Familiar na Mulher Portadora de Cardiopatia – 2020;
  • Posicionamento sobre COVID-19 e Gravidez em Mulheres Cardiopatas – Departamento de Cardiologia da Mulher da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2020;
  • Posicionamento sobre Indicações da Ecocardiografia em Cardiologia Fetal, Pediátrica e Cardiopatias Congênitas do Adulto – 2020;
  • Posicionamento Luso-Brasileiro de Emergências Hipertensivas;
  • Posicionamento do Departamento de Ergometria, Exercício, Cardiologia Nuclear e Reabilitação Cardiovascular (DERC/SBC) sobre a Atuação Médica em suas Áreas Durante a Pandemia por COVID-19;
  • Posicionamento – Protocolo de Reconexão dos Serviços de Cardiologia com os Pacientes Durante a Pandemia de COVID-19 – 2020;
  • Posicionamento Brasileiro sobre Hipertensão Arterial Resistente;
  • Posicionamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia e da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista sobre Centro de Treinamento e Certificação Profissional em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista – 2020;
  • Posicionamento para Ressuscitação Cardiopulmonar de Pacientes com Diagnóstico ou Suspeita de COVID-19 – 2020;
  • Atualização Diretriz Cardiologia Nuclear;
  • Diretriz Brasileira de Reabilitação Cardiovascular;
  • Posicionamento DERC sobre Atuação Médica em suas Áreas Durante COVID-19.

Manter-se atualizado diante desse volume de publicações é parte essencial da prática cardiológica. Acompanhar novas recomendações, revisões e atualizações exige tempo, organização e acesso facilitado às informações — algo que nem sempre é simples na rotina clínica.

É justamente nesse cenário que a Ana Health atua como parceira do cardiologista. A plataforma de atendimento foi desenvolvida para profissionais que desejam interagir com seus pacientes via WhatsApp com segurança, acolhimento e eficiência, automatizando tarefas como troca de mensagens, geração de resumos de consulta com apoio de inteligência artificial e organização estruturada de dados médicos.

Ao otimizar processos operacionais, o cardiologista ganha o que é mais valioso: tempo para estudar, se atualizar e aplicar na prática as diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia com ainda mais qualidade e segurança. Para conhecer a plataforma e entender como ela pode transformar sua rotina, acesse o site da Ana Health clicando no banner.

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